
Me identifiquei muito com este livro, indico a leitura, além de gostosa ensina algumas coisinhas que realmente precisamos rever...e até aprender, e mostra que não custa tentar.
Agora vai alguns trechos do livro, que mais achei incrível e verdadeiro!
Agora vai alguns trechos do livro, que mais achei incrível e verdadeiro!
"Você se apaixonou por uma pessoa, e daí? Não entende o que aconteceu? Esse cara tocou um lugar do seu coração mais profundo do que você pensava que era capaz de alcançar. Em outras palavras, você foi fisgada, menina. Mas esse amor que você sentiu foi só o começo. Isso é o amor mortal, limitado, café com leite. Espere para ver como você é capaz de amar mais profundamente do que isso. Nossa, Sacolão... você tem a capacidade de um dia amar o mundo inteiro. É seu destino. Não ria."
" Tenho um histórico de tomar decisões muito rápidas em relação aos homens. Sempre me apaixonei depressa, sem avaliar os riscos. Tenho tendência não somente a ver apenas o que há de melhor nas pessoas, mas a partir do princípio de que todo mundo é emocionamente capaz de alcançar seu potencial máximo. Já me apaixonei pelo potencial máximo de um homem mais vezes do que consigo enumerar, em vez de me apaixonar pelo homem em si, e em seguida agarrei-me ao relacionamento durante muito tempo (algumas vezes, tempo demais), esperando que o homem chegasse à altura de sua própria grandeza. Muitas vezes, no amor, fui vítima do meu próprio otimismo...''
"No amor desesperado,nos sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros,exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficamos arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nos mesmos criamos."
" Tenho um histórico de tomar decisões muito rápidas em relação aos homens. Sempre me apaixonei depressa, sem avaliar os riscos. Tenho tendência não somente a ver apenas o que há de melhor nas pessoas, mas a partir do princípio de que todo mundo é emocionamente capaz de alcançar seu potencial máximo. Já me apaixonei pelo potencial máximo de um homem mais vezes do que consigo enumerar, em vez de me apaixonar pelo homem em si, e em seguida agarrei-me ao relacionamento durante muito tempo (algumas vezes, tempo demais), esperando que o homem chegasse à altura de sua própria grandeza. Muitas vezes, no amor, fui vítima do meu próprio otimismo...''
"No amor desesperado,nos sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros,exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficamos arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nos mesmos criamos."
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